quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Informativo da Sher Marketing - setembro/2008

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Informativo da Sher Marketing - setembro/2008

Afinal, nascemos ou nos tornamos Líderes?
Andrea Gimenes

Este é um tema que gera discussões em diversos campos do conhecimento humano. Embora haja muitas técnicas e teorias sobre como ser um líder eficaz, constata-se que ainda há profissionais tecnicamente muito competentes, que gerenciam equipes, mas que não são bons líderes. Há pessoas que gostam de trabalhar sozinhas, não sabem ou não gostam de conceder responsabilidades, comunicar, apoiar, corrigir, reconhecer.

E o que faz um gestor ser um líder eficaz? É possível desenvolver esta habilidade através de técnicas e teorias ou já nascemos com esta competência?
Acredito que realmente existem alguns fatores naturais que nos levem a nos tornar líderes e não apenas chefes, entretanto podemos aprimorar a liderança através de conceitos e técnicas. Um líder eficaz precisa de certas competências, que, mesmo sendo inatas, necessitam aprimoramento.

Deixo de lado neste momento as teorias acadêmicas e relaciono as práticas que para mim são valiosas:

1) Gostar de Trabalhar com Pessoas: criar um ambiente onde os colaboradores possam demonstrar seus talentos, criatividade, ética, em que ele saiba que é respeitado e que precisa respeitar quem está ao seu lado, seu gestor e o seu cliente. Sempre que possível, envolvê-los nas discussões para encontrar novas soluções para melhoria de processos.

2) Dizer “O quê”, “Por que”, e “Como fazer”: explicar a conseqüência de determinada ação ser bem executada ou não, qual resultado que este trabalho trará e como fazê-lo de forma eficaz. Não adianta só dizer o que fazer, mas sim quais as melhores alternativas e deixar claro que se determinado trabalho não for bem executado, trará conseqüências que poderão refletir nos resultados e na imagem da empresa.

3) Conhecer a equipe tecnicamente, suas forças, fraquezas e oportunidades: diagnosticar onde estão os melhores, os que precisam de mais apoio e colocar-se ao lado deles incondicionalmente. Detectar necessidades de treinamentos ou reciclagens, talentos individuais, colocar-se ao lado da equipe em momentos de erros e acertos.

4) Bom humor: isso é um fator fundamental – Mas, você deve estar se perguntando “bom humor?”. É isso mesmo. Vivemos pressionados por todos os lados: resultados, necessidade de crescimento, aprimoramento, a dificuldade de viver em grandes metrópoles – onde estão as grandes empresas e os mais difíceis níveis de qualidade de vida – entre outros.

O bom humor é um ingrediente extremamente valioso no meu dia-a-dia. Trabalho com equipes de atendimento onde a rotatividade é baixa e a equipe trabalha com processos, produtos e serviços altamente complexos, mutantes e com poder na tomada de decisão. E estas decisões têm que ser positivas para o cliente e para a companhia. Não aquele bom humor “oba-oba”. Este, claro também é necessário, mas me refiro ao bom humor nos pequenos detalhes, nos acertos e principalmente nas dificuldades. Já apliquei em outras equipes multidisciplinares e deu certo. Eu chamaria de bem estar emocional.

Também sou defensora da tese de que ninguém motiva ninguém. Nós líderes, criamos condições para que o profissional encontre auto-motivação. É importante despertar nele seus talentos e conceder-lhes oportunidades para que os desenvolva e coloque-os em prática, pois muitas vezes é provável que nem ele tenha conhecimento do seu potencial.

Um ambiente produtivo, com equipes engajadas e orientadas para resultados, é fruto da presença de lideranças capazes de oferecer orientação e feedback. Acredito que este seja um novo conceito de liderança que começa a se consolidar no mercado.

Práticas mais recomendadas:

É extremamente valioso manter a mente aberta e flexível para também receber feedback que, em alguns momentos, pode ter um tom crítico. As críticas devem vir acompanhadas de colocações objetivas e positivas assim será uma troca proveitosa. Algumas empresas ainda temem o retorno obtido das reuniões contínuas de feedback ou a fazem de forma superficial. Esquecem-se de que desperdiçam oportunidades de desenvolvimento contínuo.

O líder ou coach deve ser um natural incentivador, com humildade para saber relacionar-se com todos os níveis na estrutura hierárquica, é neste ponto onde se apóia a importância do bem estar emocional de sua equipe. Ele também deve ter em mente que todos trabalham pelo mesmo objetivo. Excelência em relacionamento não deve ser só com o cliente, mas deve começar primeiro com a própria equipe.

Estimular o desenvolvimento dos integrantes de sua equipe lançando desafios que possam ser alcançados. Gestão participativa sempre resulta em pessoas mais comprometidas com os resultados. O líder deve ter paciência e persistência em todos os processos fundamentais para fazer com que a equipe chegue onde deve chegar.

Conquistar o compromisso da equipe através de avaliação de desempenho justa, sem jamais questionar as intenções pessoais, mas sim, focar em determinado comportamento ou atitude.

Diante destas técnicas chego à conclusão de que podemos aprendê-las e aperfeiçoá-las. Mas em um time, sempre tem aquele que escolhe a equipe, que lado da quadra quer jogar, e é o primeiro a gritar assertivamente quando alguém não está com o desempenho adequado ao jogo, diferente dos demais.
Por que será?



Andrea Gimenes é Gerente Nacional de Atendimento da Equifax do Brasil. Formada em Jornalismo e pós-graduada em Marketing de Serviços pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado).

Veja as edições anteriores em nosso site.


www.sher.com.br / sher@sher.com.br

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O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA

MENSAGEM SEMANAL - 27/09/2008
O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA


O livro "Gigantes da Motivação é inédito e reúne as dicas e conselhos dos 25 maiores nomes em motivação no Brasil , dentre eles Roberto Recinella.<>

Não há nada tão eqüitativamente distribuído no mundo como a inteligência: todos estão convencidos de que têm o suficiente
René Descartes

O medo causado pela inteligência

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal:

"Meu jovem, você cometeu um grande err o. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo uns trinta inimigos. O talento assusta".

E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pôde dar ao pupilo que se iniciava numa carreira difícil.

Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa:

"Há tantos burros mandando
Em homens de inteligência
Que às vezes fico pensando
Que a burrice é uma Ciência."

Quem não conhece uma pessoa medíocre, aquela que possui poucas qualidades, pouco valor, pouco merecimento e que vive a margem da razão, apesar de parecer fácil identificá-las, não as confunda com pessoas burras ou pobres, pois existem diversos graus de mediocridade e cada um de nós já passou por alguns deles, mas existem pessoas que se perderam nesta viagem, e não evoluíram para a fase se guinte.

A prova disto está por todo o lado, Governos, empresas que não entendem de gestão de pessoas, estudantes que compram provas e trabalhos escolares, pessoas que lêem resenhas de livros e dizem tê-lo lido todo, analfabetos funcionais, aqueles que preferem assistir uma novela a ler um livro, enfim todos aqueles que direta ou indiretamente atrasam o desenvolvimento humano, seja por ignorância, seja por preguiça, seja por suas crenças, seja por teimosia, seja por dinheiro, ou seja, até mesmo por burrice.

O contato com a mediocridade gera mais mediocridade, eles são um perigo que anda a solta, espalhando mais mediocridade, impunemente. Se afaste deles, mas se por acaso você for um deles, se esforce e evolua para o próximo estagio da vida, a única dificuldade é que geralmente medíocres não se reconhecem no espelho, por isso nunca deixam de ser medíocres.

Mas existe um teste muito simples para saber se você está evoluindo para o próximo estagio da vida, deixando de ser medíocre, basta olhar no espelho, se você reconhecer uma pessoa medíocre bem na sua frente, já estará á apenas um passo de transcender para a próxima fase, agora basta querer, a escolha é sua.

Eu faço o teste freqüentemente, e algumas vezes não gosto do reflexo que o espelho me mostra.

Na sua obra "A Divina Comédia" de 1321, Dante Alighieri já apresentava um destino bem interessante para as almas das pessoas medíocres: Mal passavam pela porta do inferno, já eram barrados, não podendo nem cruzar o rio Aqueronte:

"'Mestre, que ouço agora? Que gente é essa que a dor está prostrando?'".
'Queixa-se dessa maneira', tornou-me, 'quem viveu com indiferença a vida, sem ter nunca merecido nem louvor nem censura ignominiosa. Faz-lhes companhia um grupo de anjos mesquinhos, que a Deus não manifestaram nem fidelidade nem rebeldia, pensando apenas em si mesmos. Foram, com desdouro, expulsos dos céus; nem o inferno profundo os acolh era, pois os anjos rebeldes se jactariam de lhes serem superiores em algo.'
'Que dor tão cruel se apodera deles e os faz gritar, urrar tão fortemente?', eu perguntei. 'A razão disso é simples', respondeu-me ele.' Não lhes é permitido esperar o descanso da morte, e, com sina tão vil e abjeta, passam a invejar qualquer outra sorte. Seus nomes passaram no mundo sem deixar marca; o perdão e a justiça divina os desdenharam. Mas não desperdicemos mais tempo com eles; olha-os e segue em frente.' "".

Fico meditando e analisando quantas e quantas pessoas, tem algum conhecimento diferencial aos que a humanidade convencionou em chamar de "normal", um talento especial e estão enclausurados em sua casca de ovo, por toda uma vida, não confiam em si mesmos, em suas qualidades ou por não terem oportunidade de serem vistos, mas quaisquer que sejam os motivos, nunca poderão demonstrar ao mundo o seu brilhantismo.

Quantos campeões olímpicos estão adormecidos por falta de in centivo, quantos cantores (as) fantásticos estão sucateando o seu talento no lugar errado por não terem uma oportunidade, quantos executivos estão com as carreiras estagnadas por estarem na função errada, quantas obras literárias maravilhosas estão engavetadas por seus autores e nunca poderão ser apreciadas pela Humanidade, quantas pessoas estão cursando a Universidade errada, quantas pessoas têm idéias brilhantes que não são aproveitadas.

Entretanto, encontramos inúmeros exemplos de pessoas medíocres e sem talento sendo bem sucedidas, basta ouvir um pouco de musica, ver um pouco de televisão, circular pelos corredores de algumas empresas, olhar nas prateleiras das livrarias, que você as encontrará.

Quanto talento estará sendo desperdiçado diariamente por falta de autoconfiança ou incentivo.

Vamos dizer NÃO á mediocridade, deixe sua marca por onde passar, se esforce para ser o melhor, ajude as pessoas, não desperdice o seu talento.





PENSE NISSO

Agenda do RH

Agenda do RH
Flávia Garbo

1º dia: Bem-vindo ao RH! Que dia feliz! Você sempre quis trabalhar com pessoas e esta é sua grande chance. Surge a primeira solicitação: seu cliente precisa de um profissional com MBA, Inglês e Mandarim fluentes, 15 anos de experiência no segmento e, na área, salário R$ 1.000,00. Que desafio!

2º dia: Você continua procurando aquele colaborador, afinal, é o seu grande desafio! Enquanto isso, você começa a desenvolver seu primeiro treinamento comportamental. Realiza várias pesquisas, busca os mais modernos recursos. Estuda o calendário para agendar uma data em que todos possam participar.

3º dia: Seu cliente liga dizendo que não precisa mais fazer aquele processo seletivo, porque ele já encontrou o colaborador. Fala também que é uma ótima indicação, no entanto, quando você vai conhecer a simpática pessoa, descobre que a mesma ainda está cursando faculdade, balbucia um Inglês primário, está iniciando as atividades na área e foi contratada por R$ 1.500,00. Ok! Ok! Você entende que o profissional deve ter suas qualidades. Essas coisas acontecem etc.

4º dia: Seu treinamento está pronto! Vamos convocar os candidatos? Mas, lembre-se: tem que ser na data que não atrapalhe o fluxo das áreas de ninguém. E lá vão os convites! Você está orgulhoso de sua obra e não vê a hora dela acontecer.

5º dia: Sabe aquele candidato indicado? Na hora de registrá-lo, você se dá conta de que o salário que lhe foi oferecido está fora da tabela salarial da empresa. Aliás, este cargo não existe, mas o cliente tem fortes argumentos de que a pessoa é uma estrela no meio empresarial e que não vale a pena nutrir a "burocracia de mantê-lo na estrutura de cargos" e perder tanto talento!

6º dia: O telefone toca: - Olha, infelizmente o senhor Fulano não poderá comparecer no treinamento para o qual foi convocado. Claro que acho o treinamento importante, mas não é esta a questão, o Sr. Fulano está muito envolvido em um projeto e não pode se ausentar.Enquanto você argumenta ao telefone, olha para a tela do seu micro e vê um e-mail chegar: "Informo que a senhora Cicrana não poderá comparecer ao curso, porque está muito atarefada e não posso liberá-la para o treinamento. Conto com sua compreensão" etc.

7º dia: Campanha motivacional! Oba! Que delícia fazer uma campanha motivacional. Prêmios, cartazes, analisar os indicadores, comunicar, incentivar a participação e realizar coisas afins. É ótimo fazer uma campanha motivacional e observar a alegria que contagia toda a empresa.

8º dia: Você vai tomar um café e se depara com uma pessoa estranha.- Olá, muito prazer! Te conheço? (...) Então, eu comecei aqui ontem, cheguei para trabalhar com o Sr. Beltrano de Tal, muito prazer!.
Curioso! Como alguém entrou na empresa e não passou pelo RH? Como será que este profissional foi integrado?

9º dia: Oba! Chegou o dia do treinamento! Você, ansioso, entra em sala. Tanta preparação, tanto trabalho, afinal, mesmo com as desistências, você ainda tem quorum suficiente para manter o curso no ar.
- Chegou o primeiro, o segundo, que legal, o terceiro! E só! Cadê o resto?, você pergunta impressionado.
- O senhor não soube? Aconteceu um pico de produção e muitos não poderão vir - respondeu o auxiliar.
- Todos os demais?, questiona.
- Deixa eu ver a lista dos convocados. Esse sim, esse sim, esse não, esse está de férias. Ninguém avisou o senhor?, completa o ajudante.

10º dia: Seu Diretor o chama: - Sr. RH, gostamos muito da sua campanha motivacional, mas, teremos que reduzir os custos da empresa. Veja, a produção aumentou sim, mas foi porque o gestor mudou seu comportamento, porque o sol nasceu quadrado, mas certamente não por causa da campanha motivacional, que foi `bonitinha´, `simpática´, mas o senhor há de convir comigo que estas campanhas não costumam trazer resultados práticos, não é mesmo?"

11º dia: Redução de custos? Vamos começar pelo RH. Fim. Sua trajetória acabou. Você recolhe suas coisas, sua CLT, seu dicionário. Realmente, o RH burocratiza a empresa, sem os treinamentos, a produtividade do pessoal seria maior, sem os parâmetros de contratação e de cargos e salários, o pessoal teria mais flexibilidade para aproveitar talentos. Fim da linha.

No caminho para a rua, de posse de seus pertences, com o firme propósito de mudar de carreira, caminha o Sr. RH, até que uma pessoa o intercepta:

- Sr. RH, não sei onde o senhor vai, mas eu gostaria de agradecê-lo, porque aprendo muito com seus treinamentos, trabalho mais feliz com estas campanhas que o senhor faz. Sinto que a empresa é justa quando vejo que meu salário é igual ao de outro que faz o mesmo que eu. Sinto-me ouvido e amparado em minhas atividades, e, por tudo isso, todos os dias, tenho a certeza de que posso oferecer mais à empresa.. Assim, minha carreira deslancha e sei que a cada dia sou um profissional melhor. Obrigado!

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Artigo - Eunice Mendes 'Como evitar erros nas apresentação'

Todo apresentador fica muito exposto. Do primeiro ao último momento,
tudo nele é observado e avaliado.

Reunimos aqui as principais gafes cometidas por apresentadores. Elas
acabam destruindo as apresentações, enfraquecendo o poder da mensagem
e impedindo uma sintonia efetiva com o público.

Todo comunicador deve evitá-las a qualquer custo.

A) Na comunicação oral
- Falar muito baixo ou muito alto.
- Falar muito depressa ou muito devagar.
- Falar com voz estridente.
- Falar em tom monótono, sem modulação.
- Diminuir o volume da voz no final de frases.
- Falar como um ‘robô’.
- Omitir “s” e “r” finais.
- Usar muitos termos estrangeiros.
- Pronunciar incorretamente os termos estrangeiros.
- Ser repetitivo(a) ou monossilábico(a).
- Expressar-se sem objetividade e clareza.
- Usar termos técnicos para um público leigo.
- Usar argumentos inconsistentes e genéricos.
- Perder-se em detalhes.
- Abusar das citações.
- Utilizar vícios de linguagem: ‘Tá?’; ‘Né?’; ‘Ok?’; ‘Certo?’;
‘Entendeu?’; ‘Percebe?’; ‘É isso aí!’; ‘Tipo assim... ’; ‘A gente’;
‘Acho que... ’. A nível de “...
- Repetir as mesmas coisas, mesmo que de formas diferentes ou usar
pleonasmos tais como: ‘elo de ligação’; ‘novo lançamento’; ‘acabamento
final’; ‘certeza absoluta’, ‘sintomas indicativos’; ‘detalhes
minuciosos’; ‘encarar de frente’; ‘multidão de pessoas’; ‘retornar de
novo’; ‘surpresa inesperada’; ‘escolha opcional’ e ‘planejar
antecipadamente’.
- Usar diminutivos que reduzam a força da mensagem.

Alguns erros de pronúncia muito comuns:
CERTO ERRADO
sobrancelha sombrancelha
desequilíbrio desiquilíbrio
meteorologia metereologia
asterisco asterístico
aura áurea
interveio interviu
invocar evocar
meio cansada meia cansada
os óculos o óculos
beneficente beneficiente
empecilho impecilho
invólucro envólucro
privilégio previlégio
frustrado frustado
vultoso vultuoso
advogado adevogado

B) Na comunicação não-verbal
- Manipular objetos (caneta, chaveiro, crachá, gravata etc.).
- Ajeitar os cabelos e os óculos.
- Coçar-se.
- Prender as mãos nas costas.
- Roer unhas.
- Cruzar os braços.
- Enfiar as mãos nos bolsos.
- Apoiar as mãos na cintura.
- Apoiar-se nos móveis.
- Olhar para o chão ou para o teto.
- Olhar muitas vezes para o relógio.

C) Na comunicação interpessoal
- Ser egocêntrico.
- Usar a comunicação como forma de poder.
- Ignorar as perguntas da platéia.
- Ser impaciente.
- Fornecer informações incorretas.
- Interromper o interlocutor, desrespeitando a sua vez de falar.
- Revelar preconceitos.
- Chegar atrasado(a) para a apresentação.
- Demonstrar preferências pessoais.
- Receber as perguntas da platéia como se fossem uma ofensa pessoal.
- Ignorar a linguagem corporal dos espectadores.

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Senso de Urgência

http://bizrevolution.typepad.com/bizrevolution/senso_de_urgncia/index.html

Insight MVC - Edição Nº. 167 - 1 a 7 de Outubro de 2008

Edição Nº. 167 - 1 a 7 de Outubro de 2008 Edições anteriores, clique aqui!

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Competência de Multiplicação - Programa Novo

Manual sobre Universidades Corporativas

Índice de Geração de Confiança - Palestra

Preparando as Empresas para o E-Learning

}} RH: Tirania ou Genialidade

A tirania do "OU" versus a genialidade do "E"

SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO: Ao longo do século XX muitos profissionais de RH enfrentaram este verdadeiro desafio “shakespeariano”. Tal dilema se manifestava como se fosse um distúrbio bipolar, alternando posturas diametralmente opostas, do academicismo filosófico ao pragmatismo subserviente. Padecendo de tal crise de identidade, buscavam definir seu papel de forma reducionista, dicotômica e maniqueísta, trabalhando apenas com os extremos de um continuum, do tipo “preto ou branco”, “certo ou errado”, “bom ou mau”, “tudo ou nada”.

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O profissional conclui seu curso superior, consolida a sua formação com um curso de pós-graduação e sai à procura de um emprego, ou de “um trabalho”. Eis que surge uma proposta, posição de supervisão ou gerência. E, de repente, se vê o cidadão frente à frente com um trabalho complexo, coordenando outros profissionais, alguns com experiência e uma longa jornada já realizada na empresa. Já nos primeiros momentos encontra-se com os personagens mencionados no título.

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