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| Informativo da Sher Marketing - setembro/2008 |
| Afinal, nascemos ou nos tornamos Líderes? |
| Andrea Gimenes |
Este é um tema que gera discussões em diversos campos do conhecimento humano. Embora haja muitas técnicas e teorias sobre como ser um líder eficaz, constata-se que ainda há profissionais tecnicamente muito competentes, que gerenciam equipes, mas que não são bons líderes. Há pessoas que gostam de trabalhar sozinhas, não sabem ou não gostam de conceder responsabilidades, comunicar, apoiar, corrigir, reconhecer. E o que faz um gestor ser um líder eficaz? É possível desenvolver esta habilidade através de técnicas e teorias ou já nascemos com esta competência? Deixo de lado neste momento as teorias acadêmicas e relaciono as práticas que para mim são valiosas: 1) Gostar de Trabalhar com Pessoas: criar um ambiente onde os colaboradores possam demonstrar seus talentos, criatividade, ética, em que ele saiba que é respeitado e que precisa respeitar quem está ao seu lado, seu gestor e o seu cliente. Sempre que possível, envolvê-los nas discussões para encontrar novas soluções para melhoria de processos. 2) Dizer “O quê”, “Por que”, e “Como fazer”: explicar a conseqüência de determinada ação ser bem executada ou não, qual resultado que este trabalho trará e como fazê-lo de forma eficaz. Não adianta só dizer o que fazer, mas sim quais as melhores alternativas e deixar claro que se determinado trabalho não for bem executado, trará conseqüências que poderão refletir nos resultados e na imagem da empresa. 3) Conhecer a equipe tecnicamente, suas forças, fraquezas e oportunidades: diagnosticar onde estão os melhores, os que precisam de mais apoio e colocar-se ao lado deles incondicionalmente. Detectar necessidades de treinamentos ou reciclagens, talentos individuais, colocar-se ao lado da equipe em momentos de erros e acertos. 4) Bom humor: isso é um fator fundamental – Mas, você deve estar se perguntando “bom humor?”. É isso mesmo. Vivemos pressionados por todos os lados: resultados, necessidade de crescimento, aprimoramento, a dificuldade de viver em grandes metrópoles – onde estão as grandes empresas e os mais difíceis níveis de qualidade de vida – entre outros. O bom humor é um ingrediente extremamente valioso no meu dia-a-dia. Trabalho com equipes de atendimento onde a rotatividade é baixa e a equipe trabalha com processos, produtos e serviços altamente complexos, mutantes e com poder na tomada de decisão. E estas decisões têm que ser positivas para o cliente e para a companhia. Não aquele bom humor “oba-oba”. Este, claro também é necessário, mas me refiro ao bom humor nos pequenos detalhes, nos acertos e principalmente nas dificuldades. Já apliquei em outras equipes multidisciplinares e deu certo. Eu chamaria de bem estar emocional. Também sou defensora da tese de que ninguém motiva ninguém. Nós líderes, criamos condições para que o profissional encontre auto-motivação. É importante despertar nele seus talentos e conceder-lhes oportunidades para que os desenvolva e coloque-os em prática, pois muitas vezes é provável que nem ele tenha conhecimento do seu potencial. Um ambiente produtivo, com equipes engajadas e orientadas para resultados, é fruto da presença de lideranças capazes de oferecer orientação e feedback. Acredito que este seja um novo conceito de liderança que começa a se consolidar no mercado. Práticas mais recomendadas: É extremamente valioso manter a mente aberta e flexível para também receber feedback que, em alguns momentos, pode ter um tom crítico. As críticas devem vir acompanhadas de colocações objetivas e positivas assim será uma troca proveitosa. Algumas empresas ainda temem o retorno obtido das reuniões contínuas de feedback ou a fazem de forma superficial. Esquecem-se de que desperdiçam oportunidades de desenvolvimento contínuo. O líder ou coach deve ser um natural incentivador, com humildade para saber relacionar-se com todos os níveis na estrutura hierárquica, é neste ponto onde se apóia a importância do bem estar emocional de sua equipe. Ele também deve ter em mente que todos trabalham pelo mesmo objetivo. Excelência em relacionamento não deve ser só com o cliente, mas deve começar primeiro com a própria equipe. Estimular o desenvolvimento dos integrantes de sua equipe lançando desafios que possam ser alcançados. Gestão participativa sempre resulta em pessoas mais comprometidas com os resultados. O líder deve ter paciência e persistência em todos os processos fundamentais para fazer com que a equipe chegue onde deve chegar. Conquistar o compromisso da equipe através de avaliação de desempenho justa, sem jamais questionar as intenções pessoais, mas sim, focar em determinado comportamento ou atitude. Diante destas técnicas chego à conclusão de que podemos aprendê-las e aperfeiçoá-las. Mas em um time, sempre tem aquele que escolhe a equipe, que lado da quadra quer jogar, e é o primeiro a gritar assertivamente quando alguém não está com o desempenho adequado ao jogo, diferente dos demais. |
Andrea Gimenes é Gerente Nacional de Atendimento da Equifax do Brasil. Formada em Jornalismo e pós-graduada em Marketing de Serviços pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). |
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Informativo da Sher Marketing - setembro/2008
O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA
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Agenda do RH
Agenda do RH |
1º dia: Bem-vindo ao RH! Que dia feliz! Você sempre quis trabalhar com pessoas e esta é sua grande chance. Surge a primeira solicitação: seu cliente precisa de um profissional com MBA, Inglês e Mandarim fluentes, 15 anos de experiência no segmento e, na área, salário R$ 1.000,00. Que desafio! 2º dia: Você continua procurando aquele colaborador, afinal, é o seu grande desafio! Enquanto isso, você começa a desenvolver seu primeiro treinamento comportamental. Realiza várias pesquisas, busca os mais modernos recursos. Estuda o calendário para agendar uma data em que todos possam participar. 3º dia: Seu cliente liga dizendo que não precisa mais fazer aquele processo seletivo, porque ele já encontrou o colaborador. Fala também que é uma ótima indicação, no entanto, quando você vai conhecer a simpática pessoa, descobre que a mesma ainda está cursando faculdade, balbucia um Inglês primário, está iniciando as atividades na área e foi contratada por R$ 1.500,00. Ok! Ok! Você entende que o profissional deve ter suas qualidades. Essas coisas acontecem etc. 4º dia: Seu treinamento está pronto! Vamos convocar os candidatos? Mas, lembre-se: tem que ser na data que não atrapalhe o fluxo das áreas de ninguém. E lá vão os convites! Você está orgulhoso de sua obra e não vê a hora dela acontecer. 5º dia: Sabe aquele candidato indicado? Na hora de registrá-lo, você se dá conta de que o salário que lhe foi oferecido está fora da tabela salarial da empresa. Aliás, este cargo não existe, mas o cliente tem fortes argumentos de que a pessoa é uma estrela no meio empresarial e que não vale a pena nutrir a "burocracia de mantê-lo na estrutura de cargos" e perder tanto talento! 6º dia: O telefone toca: - Olha, infelizmente o senhor Fulano não poderá comparecer no treinamento para o qual foi convocado. Claro que acho o treinamento importante, mas não é esta a questão, o Sr. Fulano está muito envolvido em um projeto e não pode se ausentar.Enquanto você argumenta ao telefone, olha para a tela do seu micro e vê um e-mail chegar: "Informo que a senhora Cicrana não poderá comparecer ao curso, porque está muito atarefada e não posso liberá-la para o treinamento. Conto com sua compreensão" etc. 7º dia: Campanha motivacional! Oba! Que delícia fazer uma campanha motivacional. Prêmios, cartazes, analisar os indicadores, comunicar, incentivar a participação e realizar coisas afins. É ótimo fazer uma campanha motivacional e observar a alegria que contagia toda a empresa. 8º dia: Você vai tomar um café e se depara com uma pessoa estranha.- Olá, muito prazer! Te conheço? (...) Então, eu comecei aqui ontem, cheguei para trabalhar com o Sr. Beltrano de Tal, muito prazer!. 9º dia: Oba! Chegou o dia do treinamento! Você, ansioso, entra em sala. Tanta preparação, tanto trabalho, afinal, mesmo com as desistências, você ainda tem quorum suficiente para manter o curso no ar. 10º dia: Seu Diretor o chama: - Sr. RH, gostamos muito da sua campanha motivacional, mas, teremos que reduzir os custos da empresa. Veja, a produção aumentou sim, mas foi porque o gestor mudou seu comportamento, porque o sol nasceu quadrado, mas certamente não por causa da campanha motivacional, que foi `bonitinha´, `simpática´, mas o senhor há de convir comigo que estas campanhas não costumam trazer resultados práticos, não é mesmo?" 11º dia: Redução de custos? Vamos começar pelo RH. Fim. Sua trajetória acabou. Você recolhe suas coisas, sua CLT, seu dicionário. Realmente, o RH burocratiza a empresa, sem os treinamentos, a produtividade do pessoal seria maior, sem os parâmetros de contratação e de cargos e salários, o pessoal teria mais flexibilidade para aproveitar talentos. Fim da linha. No caminho para a rua, de posse de seus pertences, com o firme propósito de mudar de carreira, caminha o Sr. RH, até que uma pessoa o intercepta: - Sr. RH, não sei onde o senhor vai, mas eu gostaria de agradecê-lo, porque aprendo muito com seus treinamentos, trabalho mais feliz com estas campanhas que o senhor faz. Sinto que a empresa é justa quando vejo que meu salário é igual ao de outro que faz o mesmo que eu. Sinto-me ouvido e amparado em minhas atividades, e, por tudo isso, todos os dias, tenho a certeza de que posso oferecer mais à empresa.. Assim, minha carreira deslancha e sei que a cada dia sou um profissional melhor. Obrigado! |
Newsletter SBPNL - Outubro de 2008
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Artigo - Eunice Mendes 'Como evitar erros nas apresentação'
tudo nele é observado e avaliado.
Reunimos aqui as principais gafes cometidas por apresentadores. Elas
acabam destruindo as apresentações, enfraquecendo o poder da mensagem
e impedindo uma sintonia efetiva com o público.
Todo comunicador deve evitá-las a qualquer custo.
A) Na comunicação oral
- Falar muito baixo ou muito alto.
- Falar muito depressa ou muito devagar.
- Falar com voz estridente.
- Falar em tom monótono, sem modulação.
- Diminuir o volume da voz no final de frases.
- Falar como um ‘robô’.
- Omitir “s” e “r” finais.
- Usar muitos termos estrangeiros.
- Pronunciar incorretamente os termos estrangeiros.
- Ser repetitivo(a) ou monossilábico(a).
- Expressar-se sem objetividade e clareza.
- Usar termos técnicos para um público leigo.
- Usar argumentos inconsistentes e genéricos.
- Perder-se em detalhes.
- Abusar das citações.
- Utilizar vícios de linguagem: ‘Tá?’; ‘Né?’; ‘Ok?’; ‘Certo?’;
‘Entendeu?’; ‘Percebe?’; ‘É isso aí!’; ‘Tipo assim... ’; ‘A gente’;
‘Acho que... ’. A nível de “...
- Repetir as mesmas coisas, mesmo que de formas diferentes ou usar
pleonasmos tais como: ‘elo de ligação’; ‘novo lançamento’; ‘acabamento
final’; ‘certeza absoluta’, ‘sintomas indicativos’; ‘detalhes
minuciosos’; ‘encarar de frente’; ‘multidão de pessoas’; ‘retornar de
novo’; ‘surpresa inesperada’; ‘escolha opcional’ e ‘planejar
antecipadamente’.
- Usar diminutivos que reduzam a força da mensagem.
Alguns erros de pronúncia muito comuns:
CERTO ERRADO
sobrancelha sombrancelha
desequilíbrio desiquilíbrio
meteorologia metereologia
asterisco asterístico
aura áurea
interveio interviu
invocar evocar
meio cansada meia cansada
os óculos o óculos
beneficente beneficiente
empecilho impecilho
invólucro envólucro
privilégio previlégio
frustrado frustado
vultoso vultuoso
advogado adevogado
B) Na comunicação não-verbal
- Manipular objetos (caneta, chaveiro, crachá, gravata etc.).
- Ajeitar os cabelos e os óculos.
- Coçar-se.
- Prender as mãos nas costas.
- Roer unhas.
- Cruzar os braços.
- Enfiar as mãos nos bolsos.
- Apoiar as mãos na cintura.
- Apoiar-se nos móveis.
- Olhar para o chão ou para o teto.
- Olhar muitas vezes para o relógio.
C) Na comunicação interpessoal
- Ser egocêntrico.
- Usar a comunicação como forma de poder.
- Ignorar as perguntas da platéia.
- Ser impaciente.
- Fornecer informações incorretas.
- Interromper o interlocutor, desrespeitando a sua vez de falar.
- Revelar preconceitos.
- Chegar atrasado(a) para a apresentação.
- Demonstrar preferências pessoais.
- Receber as perguntas da platéia como se fossem uma ofensa pessoal.
- Ignorar a linguagem corporal dos espectadores.
Faça, agora, sua auto-análise
Insight MVC - Edição Nº. 167 - 1 a 7 de Outubro de 2008
Edição Nº. 167 - 1 a 7 de Outubro de 2008 Edições anteriores, clique aqui! Quer continuar a receber o Insight MVC? Faça seu recadastramento!!! Clique aqui | |||||||
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}} Vídeo Palestra | }} Raposas, Cobras, Bagres e Macacos | |
Liderança Aeróbica: Cuidando de raposas felpudas, cobras criadas... | ||
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